Entenda a crise Americana de uma forma bem humorada Foi mais ou menos assim você ira dar boas risadas





John comprou uma casa no começo dos anos 90 por 300 mil dólares, financiada em 30 anos. Em 2006 a casa do John tinha valorizado e estava valendo 1,1 milhão de dólares. Uma valorização fantástica.

Mesmo ainda faltando 20 anos para quitar a casa, um banco perguntou pro John se ele não queria uma grana emprestada, algo como 800 mil dólares, ou seja, uma segunda hipoteca. Ele aceitou o empréstimo e fez a nova hipoteca.

John não precisava do dinheiro, pois tinha um emprego estável , morava numa simpática casa no subúrbio de uma grande cidade, mas como todo americano, não podia escutar a palavra “crédito”.
Com os 800 mil dólares - e ainda sem saber o que fazer com esse dinheiro -, John soube por um amigo que o mercado imobiliário continuava valorizando. Era construir, anunciar, vender e lucrar. Um ótimo negócio e, como disseram pro John, não havia risco.
John comprou 3 casas em construção, na parte mais nobre da cidade, dando como entrada 300 mil dólares e imediatamente fez mais 3 hipotecas, uma pra cada casa. Porém, no acordo feito, o valor recebido pelas 3 hipotecas era pequeno, mas suficiente para terminar a construção dos imóveis.

A diferença, 500 mil dólares, que John recebeu pela primeira hipoteca, gastou mais ou menos assim:

> Se deu de presente um automóvel de luxo novo (alemão)

> Comprou uma SUV - automóvel utilitário - (também alemã) top de linha e superequipada para sua mulher

> Deu um carro (japonês) para cada filho.

> Equipou a casa com o que existia de mais moderno: TV de plasma (coreana) de 60 polegadas para cada quarto da casa, além de uma para a sala.

> Instalou sistemas digitais que deixaram a casa inteligente

> Presenteou cada membro da família com notebooks sofisticadíssimos (chineses)

> Colocou um home theater de última geração (holandês) inteiramente digital

> Instalou uma jacuzzi (vietnamita) para a suite do casal pelo valor de 30 mil dólares
Realizou também seu grande sonho de viagem: ir a Paris e ficar hospedado no Ritz pagando 600 euros a diária. Mesmo estando na cidade e tendo à disposição os melhores restaurantes do mundo e com grana - emprestada, é bom lembrar - no bolso, John não abria mão do seu hambúrguer no jantar.
Tudo comprado em longas prestações, com entradas bem pequenas, tudo a crédito. Uma farra.

A esposa do John, deslumbrada com a repentina ascensão social, abusou dos 28 cartões de crédito que possuía.
Aproveitou também para fazer algumas cirurgias plásticas. “Seus seios ficaram lindos”, dizia John todo orgulhoso.

John era o sonho americano em forma de pessoa.

O tempo passou. O tempo, esse malvado, sempre passa. . . No começo de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam caindo.
As casas que John tinha comprado e estavam em fase final de construção caíram vertiginosamente de preço e não tinham liquidez. O negócio que John tinha se metido era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas em começo de construção e revendê-las com lucro, repassando as hipotecas.

Fácil. Parecia fácil. Sempre parece fácil. Só havia um probleminha com o negócio do John: todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo.

As taxas de juros das hipotecas que John pagava começaram a subir (eram pós- fixadas) e John percebeu que seu investimento em imóveis se transformara num desastre. Milhões tiveram a mesma idéia de John. Tinha casa pra vender como nunca.
John foi agüentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que ele comprou para revender, mais as prestações dos carros, dos notebooks, das tv de plasma, da jacuzzi milionária, do home theater e dos cartões de crédito. E tinham também as plásticas. Aquelas “dos seios lindos”, lembra?
Aí as casas que John comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela.
Só que John tinha gasto o dinheiro. No momento da parcela maior, John achava que já teria revendido os 3 imóveis.
Mas os compradores tinham desaparecido.

John se danou
Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa que ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento.
John começou a não pagar suas milhares de contas.
Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais ao John. E também das milhões de pessoas que compraram essas casas dos que tiveram a idéia antes do John.
John optou pela sobrevivência da família.
John entregou aos bancos as 3 casas que comprou , perdendo tudo que tinha investido.

John quebrou

Ele e sua família pararam de consumir. Um sem número de Johns deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito baseados nos preços dos imóveis.

Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Johns em títulos negociáveis. Com a inadimplência dos Johns, esses títulos passaram a valer pó.

Bilhões e bilhões em títulos passaram a valer nada e eles estavam disseminados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos.

Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço que esses imóveis não valiam mais. Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava.

A inadimplência dos milhões de Johns atingiu fortemente os bancos americanos e europeus que perderam centenas de bilhões de dólares.

A farra do crédito fácil acabou
Com a inadimplência dos milhões de Johns, os bancos pararam de emprestar por medo de não receber. Os Johns pararam de consumir porque não tinham crédito.

Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo dos Johns de perder o emprego fez a economia travar.
Recessão é sentimento, é medo do futuro. Mesmo quem pode, pára de consumir.
O FED (Federal Reserve, o Banco Central americano) começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimos interbancários. O FED também começou a injetar bilhões de dólares no mercado, provendo liquidez.
O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob forma de devolução de parte do imposto de renda pago, visando incrementar o consumo. Porém, ainda não se sabe o resultado prático dessas medidas na economia real.

Essas ações foram corretas e, até agora, não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão.
O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas.

Até que o impensável aconteceu
O pior pesadelo para uma economia: crise bancária, correntistas correndo para sacar suas economias, boataria geral, pânico.

Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu quebrado, insolvente. O FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não quebrasse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan .

Mais recentemente as financiadoras de hipoteca FREDDIE MAC e FANNIE MAE também se viram em situação de quase insolvência. Rapidamente o congresso aprovou um plano de ajuda às duas empresas. Se elas quebrassem, teríamos um efeito cascata e o sistema desmoronaria.

O mercado e as pessoas seguem sem saber o que esperar. O que começou com o John, hoje afeta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas começando. Só o tempo poderá dizer o que vai acontecer.

E o John e sua família?

O John devolveu todos os bens para as financeiras e ainda ficou devendo um dinheirão. Aventou a possibilidade de devolver as plásticas da esposa, porém logo viu que era inviável. Mas pelo menos “os seios continuam lindos”, consola-se John.

Autor Desconhecido.

"As indicações fazem aumentar a bilheteria durante um mês e meio, mas, em termos de DVD, a venda dispara"


Se as vendas de bilheteria podem aumentar depois das indicações, o impacto depois da entrega de um Oscar recai sobre a venda e aluguel de DVDs.

"As indicações fazem aumentar a bilheteria durante um mês e meio, mas, em termos de DVD, a venda dispara, principalmente para o título que levar o Oscar de melhor filme",

"Colocar a imagem do Oscar na caixa do DVD significa até US$ 30 milhões a mais de lucro", explicou o especialista.
Confira , os ganhadores da 81ª edição do Oscar.


Melhor Filme

Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor diretor

Danny Boyle - Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor ator

Sean Penn - Milk - A Voz da Liberdade

Melhor atriz

Kate Winslet – O Leitor

Melhor ator coadjuvante

Heath Ledger - Batman – O Cavaleiro das Trevas

Melhor atriz coadjuvante

Penélope Cruz - Vicky Cristina Barcelona


Melhor Animação Longa-Metragem

Wall-E

Melhor Roteiro Adaptado

Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor Roteiro Original

Milk - A Voz da Liberdade

Melhor Direção de Arte

O Curioso Caso de Benjamin Button


Melhor Fotografia

Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor Figurino

A Duquesa

Melhor Filme Estrangeiro

Okuribito (Japão)

Melhor Documentário

Man on Wire

Melhor Documentário Curta-Metragem

Smile Pinki

Melhor Montagem

Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor Maquiagem

O Curioso Caso de Benjamin Button

Trilha Sonora Original

Quem Quer Ser Um Milionário?


Melhor Canção Original

“Jai Ho” - Quem Quer Ser Um Milionário?


Melhor Curta Animado

La Maison en Petits Cubes


Melhor Curta Live-Action

Spielzeugland (Toyland)

Melhor Edição de Som

Batman – O Cavaleiro das Trevas

Melhor Mixagem de Som


Quem Quer Ser Um Milionário?


Efeitos Especiais

O Curioso Caso de Benjamin Button

A história do Oscar

Oscar só virou Oscar dez anos depois de criado
Somente em 1939, dez anos depois de ter se tornado um prêmio oficial, é que a estatueta de um homem despido e careca passou a ser oficialmente chamada pela Academia de Oscar. E tudo porque, segundo a lenda (não há um registro oficial nem mesmo na Academia), uma bibliotecária da instituição, Margaret Herrick (que mais tarde viria a ser diretora executiva), comentou que o troféu tinha a cara de um tio dela que se chamava, claro, Oscar.

Mas, se o apelido demorou para pegar, a criação e distribuição do prêmio foram ligeiras, ainda mais em uma época em que o telefone era um acessório de luxo, e e-mail ou celular eram palavras que não existiam nem em filmes de ficção científica.

No começo de 1927, o chefe do estúdio MGM, Louis B. Mayer, jantava com três convidados - o ator Conrad Nagel, o diretor Fred Niblo e o produtor Fred Beetson – quando colocou em discussão entre uma garfada e outra de que era necessário criar um prêmio para a indústria cinematográfica. A ideia agradou, e um novo jantar foi marcado para debater mais o tema, agora com mais 32 pessoas, no Hotel Ambassador, em Los Angeles. Ali surgia a Academia Internacional de Artes e Ciências Cinematográficas. O “internacional”, porém, acabou sendo excluído logo depois.

Em maio do mesmo ano, os principais chefões da indústria do cinema se reuniram e decidiram que Douglas Fairbanks seria o primeiro presidente. E um jantar com 300 convidados foi feito para o lançamento e para informar que o inventor Thomas Edison seria o seu membro honorário. Para começar a arrecadar fundos, os convidados pagaram US$ 100 na ocasião pelo jantar, o que seria o equivalente a aproximadamente R$ 1,7 mil de hoje, segundo cálculos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Com tudo definido, faltava então ver como seria o troféu. E foi aí que a recém-criada Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1927 convidou o escultor George Stanley para o trabalho. Daí nasceu a figura dourada de um cavaleiro nu e corpulento, de braços cruzados, segurando uma espada e de pé sobre um rolo de filmagem.
Dois anos depois, em 16 de maio de 1929, aquele ser dourado com o nome robusto era entregue para 15 pessoas em um hotel, em Hollywood, em categorias de melhor filme, atores, atrizes, diretores, técnicos e escritores.
Com o prêmio começando a ser difundido e disputado, o colunista Sidney Skolsky usou pela primeira vez o nome Oscar ao comentar o prêmio de melhor atriz concedido a Katharine Hepburn, em 1934. A Academia, porém, só deu o braço a torcer e adotou o nome em 1939.

A partir dali, o número de troféus e a forma como ele era feito passaram a mudar conforme a política internacional. Durante a Primeira Guerra Mundial, por exemplo, ele chegou a ser feito de gesso por conta da escassez de material, pois a prioridade era a indústria bélica.

fonte http://g1.globo.com/

Schwarzenegger atuará em filme de Stallone

O ator Arnold Schwarzenegger, atual governador da Califórnia, está confirmado no elenco de "Os Mercenários", filme estrelado e dirigido por Sylvester Stallone que deve ser parcialmente filmado no Brasil, em março.

A trama é centrada em um grupo de mercenários que visa derrubar um ditador latino-americano.

Já estão escalados para o longa de ação Jet Li, Forest Whitaker, Dolph Lundgren, Eric Roberts e Mickey Rourke (que concorre ao Oscar neste domingo por "O Lutador").

No fim do ano passado, Stallone esteve no Rio para buscar locações para o filme. Ele visitou a favela Tavares Bastos (que já serviu de cenário às filmagens de "O Incrível Hulk") e o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa fluminense.

"Os Mercenários" deve chegar aos cinemas no ano que vem.

O Clube Recomenda


Um filme que nós faz rir e ao mesmo tempo nos emocionar. Um filme que encanta pela sua técnologia
recomendo a todos assistirem este maravilhoso filme, diversão garantida do começo ao fim.

O desenho animado mais original dos últimos anos completa uma década de existência e é febre no mundo inteiro



Com dez anos de existência, o desenho animado “Bob Esponja” ocupou por mais de sete anos o topo do ranking dos melhores programas infantis de televisão. Uma verdadeira febre entre a criançada (entre muitos grandinhos também, diga-se de passagem), ele é exibido em 171 países e dublado em 25 línguas diferentes. Em comemoração a todo esse sucesso, a Nickelodeon (distribuidor oficial) preparou algumas novidades para celebrar a primeira década de vida do personagem.

A dupla de cineastas Patrick Creadon (I.O.U.S.A. e Wordplay) e Christine O'Malley foi convidada pela Nick para escrever, dirigir e produzir um documentário com uma hora de duração sobre Bob Esponja; Jonny Deep e Dennis Quaid emprestarão suas vozes a personagens de um episódio em 2009.

A dúvida é: como uma esponja do mar (que mais se parece com uma esponja de cozinha) conquistou tanta gente ao redor do mundo? Ele não tem capa de herói ou super poder, não é bonito, muito menos esperto. Bob é cozinheiro da lanchonete “Siri Cascudo” e sua função é fazer o melhor hambúrguer de Siri da “Fenda do Biquini” - cidade onde mora.

O sucesso é tamanho que até o recém eleito presidente dos EUA, Barack Obama, declarou em entrevista que entre todas as séries de animação a que suas filhas assistem, Bob Esponja é sua preferida.

Desde que estreou no Brasil em 1999 pela Nickelodeon, Bob Esponja Calça Quadrada se tornou uma febre. Por isso, os mais variados badulaques foram criados com seu nome e imagem. Piratas (quem nunca viu um Bob Esponja inflável vendido nos semáforos?) ou originais, os produtos são sucesso de vendas no mundo inteiro.

Novo pôster do filme Adrenalina 2 foi liberado e o astro de ação Jason Statham promete muita porrada eletrizantes.



O filme é seqüência do longa-metragem “Adrenalina”, de 2006. Com direção e roteiro da dupla Mark Neveldine e Brian Taylor, repetindo a dobradinha de “Adrenalina”, no novo longa Chev Chelios (Jason Statham) terá de se manter vivo através de descargas elétricas. Após despencar de um helicóptero no original, o mercenário tem seu coração substituído por uma máquina movida a bateria. Em busca do prejuízo, ele terá de caçar um mafioso chinês para se vingar.

Asilo de cães-guia no Japão

O Japão mantém um centro para cuidar dos cães aposentados, aberto na final da década de 1970



Mulher reza em frente à tumba de um dos cães que já passaram pelo asilo


Cão aposentado Rick deita em asilo para-cães guia em Sapporo, no Japão; Rick, que tem 16 anos, está imóvel. Muitos dos cães-guia se aposentam por volta de 12 anos de idade por perderem suas habilidades físicas

Johnny Depp e Sean Penn podem protagonizar filme baseado em Os Três Patetas

Os atores Johnny Depp (Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Feet) e Sean Penn (Milk A Voz da Igualdade) estão sendo sondados para participar do filme baseado no seriado de TV Os Três Patetas. O longa será dirigido e produzido pelos irmãos Farrelly (O Amor é Cego).

Segunda uma fonte anônima consultada pela revista In Touch, "eles [os Farrelly] querem Johnny [Depp] para interpretar Moe e Sean Penn para ser Larry. Ainda procuram um nome para o personagem de Curly". Em 2004, quando os irmãos Farrelly demonstraram interesse em fazer a adaptação cinematográfica, Russel Crowe (Rede de Mentiras) foi cotado para interpretar Moe.

Em novembro, Peter Farrelly disse à Variety que o filme seria uma comédia contemporânea. "Não é uma biografia. Se passa nos dias de hoje, e eles se parecem, vestem e soam exatamente iguais a Os Três Patetas originais". Segundo a publicação, eles já teriam um roteiro, escrito por Michael Carone.

A MGM fez um acordo com a Warner e com a detentora dos direitos sobre o seriado. O orçamento inicial do longa é de US$ 45 milhões e os estúdios esperam que a comédia tenha uma censura baixa. "Quando a economia começou a mudar, nós achamos que o mundo poderia usar um tabefe dos Patetas. Bobby e eu não fazemos uma comédia física real há algum tempo e é a coisa mais excitante que pensamos agora, pessoas indo ao cinema e assistindo um ótimo humor trapalhão familiar", contou Peter.

A série começou em 1925 sob o nome de Ted Healy and his Stooges, na qual Healy era acompanhado pelos patetas Moe e Shemp. A formação mais conhecida, Moe, Larry e Curly, se estruturou quando os patetas passaram a ser produzidos pela Columbia. Entre as décadas de 1930 e 1950, foram produzidos cerca de 190 curtametragens com o trio protagonizando trapalhadas.

Família Cruise faz caminhada em Angra dos Reis


Os paparazzi de plantão prometem não descansar enquanto Tom Cruise estiver no Brasil. O astro foi flagrado na tarde do último domingo 01-02-2009 na ilha do cirurgião Ivo Pitanguy, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Usando roupas bem confortáveis, a família Cruise foi vista nos jardins do local. Eles também foram clicados caminhando entre as pedras e brincando na beira da água. Atenciosos, Tom e Katie não desgrudaram um minuto da


Tom Cruise está no Brasil divulgando seu novo filme, "Operação Valquíria".

fonte http://entretenimento.br.msn.com/