Biografia desconstrói mitos sobre Walt Disney

Era inevitável, e Walt Disney logo percebeu. Um dia, alguém ganharia uns bons trocados às custas de sua história --que, nos anos 50, já incluía uma revolução nas animações, um gigantesco mercado de produtos associados a seu nome e a criação do parque Disneylândia.

Em 1956, então, ele aceitou dar uma série de entrevistas a um jornalista, com a condição de que sua primeira biografia autorizada, "The Story of Walt Disney", saísse com a assinatura de Diane Disney Miller. Se era para alguém faturar em cima dele, que fosse a filha.

Depois dessa biografia, vieram outras dezenas, meticulosas, capengas, inócuas, sensacionalistas --incluindo uma sob o duvidoso título "O Príncipe Sombrio de Hollywood".

A que chega 27-04-2009 nas lojas do país, "Walt Disney: O Triunfo da Imaginação Americana" (Novo Século), do americano Neal Gabler, foi feita a partir de uma fonte, pode-se dizer, até mais confiável que as lembranças de Disney (1901-1966).

A origem de suas 944 páginas (incluindo mais de 200 só de referências) são milhares de desenhos, cartas e outros documentos reunidos ao longo da vida de Disney e que, arquivados nos estúdios em Burbank, Califórnia, até então só haviam sido parcialmente liberados.

Gabler, jornalista experiente, autor do best-seller "An Empire of Their Own: How the Jews Invented Hollywood" (um império só deles: como os judeus inventaram Hollywood; não lançado no Brasil), teve total acesso a esses registros e os pesquisou durante sete anos.

"Acontece que Walt amava fantasiar sua vida. Ele era, antes de tudo, um contador de histórias, e adorava alimentar sua própria mitologia", diz Gabler, 59, à Folha, por telefone, de Nova York. "A um ponto em que eu não me sentia confortável em usar a versão de Walt se não pudesse checá-la."

No livro, o autor coloca Disney, o contador de histórias, contra Disney, o jovem empreendedor que tropeça na própria ansiedade, que erra muito e que relata seus infortúnios em cartas para a mulher, o irmão (Roy, que comandou os estúdios com ele desde o começo) e mesmo desafetos.

"Em vez de apenas lembranças, tive em mãos documentos do momento, por exemplo, em que Disney, depois de concluir 'Steamboat Willie' [o primeiro desenho que sincronizava som e imagem], tentava vender Mickey para algum distribuidor em Nova York", diz Gabler.

Treinador de camundongo

São com certeza versões menos românticas que aquela, do próprio Disney, segundo a qual ele criou Mickey após conseguir treinar camundongos.

"Nunca esquecerei o grito que uma garota deu quando entrou em meu escritório um dia e encontrou um rato sentado em minha mesa enquanto eu o desenhava", ele relata, em uma entrevista citada na biografia.

Na verdade, segundo confirmou Gabler, Disney praticamente já não desenhava aos 23 anos, quando comandava seu pequeno estúdio, e quatro antes de Mickey ser criado.

Ele foi de fato um dos mentores intelectuais do personagem (e lhe deu voz até os anos 40, quando se cansou de arranhar a garganta com o falsete e passou a tarefa a um técnico de som), mas seu esboço de Mickey não ficou bom. "Era comprido e magro", lembraria um colega.

Disney, diz Gabler, até sabia desenhar Mickey, "mas certamente não tão bem quanto Ub Iwerks", o dono do traço de personagem nas primeiras animações. Iwerks pediu as contas menos de dois anos após a estreia do camundongo, sentindo-se lesado por Disney ficar com todos os louros. Ele acabaria voltando aos braços (ou melhor, aos estúdios) do colega anos depois, quando este já era internacionalmente famoso.

"Príncipe sombrio"

A fama de "príncipe sombrio" --que ganhou força com a questionável biografia de Marc Eliot, lançada em 1993-- tem seu fundamento. "Walt Disney não era um homem fácil, e tento dar essa noção. Houve momentos, enquanto escrevia, em que me senti profundamente incomodado com suas atitudes, e um deles foi durante a greve nos estúdios", diz Gabler.

Em princípio, Disney tentava lidar com os funcionários de igual para igual, mas os estúdios se tornaram tão grandes que, a certa altura, ele não tinha como saber o nome de todos os seus empregados. Foi então --quando havia até quem "desmaiasse de fome", segundo o livro, sem tempo nem dinheiro para almoçar-- que os funcionários decidiram paralisar.

"Walt Disney não agiu particularmente bem ali", diz Gabler, "e uma das coisas que fez foi fugir. Ele deixou os estúdios e foi para a América Latina".

A greve, em 1941, coincidiu com a ideia do governo de usar Walt Disney como uma espécie de embaixador dos EUA na América Latina --numa época em que os Aliados precisavam conquistar os países abaixo da linha do Equador para evitar a aproximação deles com o Eixo.

Enquanto exaltava o Brasil e seus vizinhos em "Alô, Amigos" (1943) e "Você Já Foi à Bahia?" (1944), com Zé Carioca, Walt Disney vivia também seus anos mais tristes, segundo Gabler --produzindo curtas por encomenda do governo norte-americano, como aqueles em que Pato Donald aprende a pagar seus impostos ou no qual, vestido de nazista, sofre nas mãos dos oficiais da SS.


Brad Pitt sai de casa e deixa Angelina e filhos

França - Brad Pitt deixou a mulher, Angelina Jolie, com seus seis filhos e foi morar sozinho na França, segundo a revista 'Intouch'.



O casamento, que, segundo rumores, estava em crise há algumas semanas, pode ter chegado ao fim. Angelina ainda pediu para que Pitt continuasse em casa. Segundo a publicação, não por ela, mas sim pelas crianças. O ator, porém, não deu ouvidos e deixou a mulher e os filhos para trás.

Brad Pitt e Angelina estão juntos desde 2005, quando gravaram o filme Senhor e Senhora Smith.


As informações são do Terra

Robert Rodriguez confirma remake de Predador

Em janeiro o site Bloody-Disgusting noticiou que a produtora de Robert Rodriguez, a Troublemaker, procurou a 20th Century Fox com a ideia de refilmar Predador. O boato agora se confirma.

Segundo o IESB, durante uma conferência com políticos texanos para acompanhar a assinatura de uma lei que reforma o programa de incentivo ao cinema no estado, Rodriguez entregou: não só vai produzir como dirigir o remake do longa de 1987.

"[Com o incentivo] vou poder rodar no Texas meu próximo filme, Machete, um longa de ficção científica e ação chamado Nerverackers e um reboot da série dos predadores chamado Predators, além de dois outros filmes menores, chamados Sin City 2 e Os Jetsons", gabou-se o diretor.

Já fez tempo que Rodriguez tem alguns desses projetos em sua agenda, então não se anime muito por enquanto. Vamos esperar para ver se a Fox anuncia de fato o remake de Predador - e marca as filmagens.

Produtora inglesa produz documentário sobre Ayrton Senna



A produtora Working Title, conhecida por comédias inglesas desde os tempos de Quatro Casamentos e um Funeral, vai produzir um documentário sobre Ayrton Senna.

O longa-metragem dirigido por Asif Kapadia (O Retorno) começa a ser rodado em maio - quando serão lembrados os 15 anos da morte do piloto brasileiro no Grande Prêmio de Ímola de 1994.

O roteiro de Manish Pandey conta a história de Senna a partir do ponto de vista de familiares e de pessoas que estiveram envolvidas profissionalmente com o piloto dentro da Fórmula 1. Ainda não há previsão de estreia.

O Clube Recomenda




Jim Carrey volta à comédia no papel de Carl Allen, um homem que se recruta num programa de auto-ajuda baseado num único princípio: dizer “sim” para tudo e qualquer coisa. No começo ele fica maluco e isso vira sua vida de cabeça para baixo. Mas logo ele começa a perceber infinitas possibilidades.

Na Era Digital, pirataria de filmes continua amadora

Quando Shari Hyman tentou comprar DVDs piratas de alguns filmes novos, em fevereiro, ela e algumas amigas foram à Canal Street, o mercado da pirataria em Nova York. O que as surpreendeu não foram as bancas repletas de bolsas falsificadas, as valises com relógios de imitação e outras mercadorias pirateadas, mas sim o fato de que era impossível encontrar DVDs piratas.

Em um bairro repleto de bancas formadas por cobertores e de "escritórios" compostos por uma cadeira e um celular na calçada, a busca de Hyman não estava dando frutos. "Tentamos comprar DVDs", ela disse, "mas só uma mulher apareceu na rua para vendê-los, e os trazia do lado de dentro da jaqueta".

E ainda bem, porque, em seu trabalho como diretora do departamento especial de fiscalização da prefeitura, a tarefa de Hyman é eliminar o mercado de DVDs piratas de filmes recentemente lançados.

Desde dezembro de 2003, quando o prefeito Michael Bloomberg adotou uma iniciativa para reprimir o comércio de bens falsificados e piratas, Hyman viu "grande queda no número de DVDs ilegais à venda em edifícios". Em uma batida conduzida em fevereiro, seu departamento percorreu três edifícios e 32 lojas em busca de DVDs piratas, e não encontrou nem mesmo uma cópia.

Mas Nova York talvez não sirva como o melhor dos barômetros para a pirataria. No mundo todo, e na Internet, os vídeos piratas continuam à solta. A indústria cinematográfica desenvolveu novas maneiras para combater a pirataria, e pressionou pela adoção de novas leis de combate à pirataria que desencorajem as falsificações.

Além dos filmes piratas em DVD, também estão disponíveis cópias para download ilegal na Internet, principalmente por meio de redes de trocas de arquivos. Câmeras de alta definição, algumas delas não muito maiores que os celulares, permitem que espectadores gravem filmes nas salas de cinema com perda de poucos detalhes.

Ninguém tem estatísticas precisas sobre a pirataria, dada a natureza do negócio, mas a Motion Picture Association of America (MPAA), associação setorial dos estúdios de Hollywood, estima que em 2005 os produtores, distribuidores, salas de cinema e operadores de pay-per-view de todo o mundo tenham perdido US$ 18,2 bilhões em faturamento.

Ninguém espera eliminar a pirataria. Mas já que o final de semana de abertura de um filme muitas vezes responde por 60% a 70% de seu faturamento em bilheteria, retardar em alguns dias a disponibilidade de cópias piratas pode fazer grande diferença financeira.

"Em três anos, o tempo que leva para que cópias piratas de grandes lançamentos cheguem ao mercado caiu de semanas para dias", disse Darcy Antonellis, vice-presidente de operações técnicas da Warner Brothers.

Surpreendentemente, já que vivemos uma era digital, a pirataria em larga medida continua a ser uma operação amadora. Michael Robinson, vice-presidente da MPAA encarregado do combate à pirataria na América do Norte, diz que 90% dos novos lançamentos que chegam em versão pirata ao mercado são gravados da tela com uma câmera de vídeo. O setor emprega fiscais equipados com aparelhos de visão noturna para apanhar piratas em flagrantes, e os proprietários de salas de exibição pagam recompensas de US$ 500 caso apanhem um espectador gravando um filme.

Ignorando o risco de flagrante e a possibilidade de uma sentença federal, o pirata usualmente se acomoda no cinema com um tripé miniatura encaixado em um porta-copos e simplesmente grava o filme na forma exibida em tela. Para melhorar o som, ele pode conectar a câmera ao sistema de som que os cinemas oferecem para deficientes auditivos.

E à medida que caem os preços das câmeras de alta definição, as cópias piratas ganham qualidade. Hoje, as câmeras de alta definição de empresas como a Aiptek apresentam preços a partir de apenas US$ 130. As cópias são posteriormente vendidas em DVD ou distribuídas por meio de sites de troca de arquivos. A distribuição via Internet reduz a quase zero o investimento requerido do criminoso.

Mas para aqueles que não distribuem vídeos de graça, a gravação de um filme pode render centenas ou até milhares de dólares, caso se trate de um filme popular que tenha estreado há pouco.

Diversas tecnologias para impedir esse tipo de gravação já foram desenvolvidas, mas nenhuma delas encontrou sucesso. Em 2003, a Cinea, uma empresa de proteção a conteúdo digital, recebeu uma verba federal de pesquisa para desenvolver sistema de prevenção, mas os esforços terminaram abandonados, porque a empresa considerou que não havia como desenvolver um sistema capaz de resistir aos esforços dos piratas mais determinados.

Mas a tecnologia está ajudando os esforços de repressão à pirataria. Diversas tecnologias, que o setor prefere não discutir, permitem que a polícia descubra em que cinema a cópia pirata foi gravada. E, dado o uso cada vez maior de sistemas de projeção digital, até a tela específica que foi gravada pode ser identificada.

Algumas empresas desenvolveram tecnologias que identificam os arquivos pirata e os endereços IP das pessoas que os baixam.

A BayTSP e a MediaSentry desenvolveram tecnologias exclusivas que obtêm os endereços digitais das pessoas que baixam os arquivos ilegais. A informação é transmitida aos provedores de acesso, que podem solicitar que os usuários não utilizem suas conexões dessa forma. Quando eles tentam baixar novos arquivos, a BayTSP os identifica como reincidentes.

"Registramos entre 12 milhões e 18 milhões de incidentes específicos de violação de direitos autorais, e enviamos milhões de cartas de advertência", disse Mark Ishikawa, presidente-executivo da BayTSP.

Rodrigo Santoro em The Post-Grad Survival Guide


O site IMBD divulgou a primeira foto de Rodrigo Santoro (Cinturão Vermelho) no longa The Post-Grad Survival Guide, dirigido por Vicky Jenson (Shrek). Na imagem, o ator aparece ao lado de Alexis Bledel, conhecida como a Roy do seriado Gilmore Girls.

Santoro fará o papel de um diretor de comerciais que é vizinho de Alexis, de quem ele se torna amigo e confidente.

No elenco também estão os veteranos Michael Keaton (Vozes do Além) e Carol Burnett (Annie), além do jovem Zach Gilford (da série Friday Night Lights), que será par romântico de Alexis.

The Post-Grad Survival Guide está previsto para estrear em 14 de agosto nos Estados Unidos.

A PANTERA COR-DE-ROSA

A PANTERA COR-DE-ROSA - Nunca antes lançados em DVD, essa série de diversos discos traz os desenhos clássicos do personagem inusitado e diferente que conquistou um grande público nas matinés de TV - adultos e crianças - para depois ganhar o cinema, em versão com atores humanos. Um DVD para se guardar, se possível todos!


A Pantera Cor de Rosa é, sem dúvida alguma, a estrela mais charmosa do mundo da animação. Em 1964, o felino pintado em cor-de-rosa entrou com seu andar peculiar nos créditos de abertura de uma comédia do cinema e não apenas roubou a cena, como também os corações de críticos, do público e de sofisticados cinéfilos! Apesar dos desenhos ainda serem produzidos atualmente, os exemplares iniciais são considerados clássicos.
continuarão a fazê-lo por muitas décadas futuras! Vale a pena ver e colecionar.

BBB9



Max vencedor do BBB9


Puxa em 9 edições foram 7 homens e 2 mulheres que vencerão
Porque tantos homens? Eu não sou muito fã desse programa
Mas na final eu sempre dou uma olhadinha.

Mas fica a pergunta por que tantos homens que ganham?

Acho que é que as mulheres tem, mas oportunidades de ganhar dinheiro aqui fora tipo sair
Em revistas etc...

Mas eu não esperava Bial disser que vai ter BBB10 um quase uma Década vendo esse programa ano que vem vai começar tudo de novo

Site confirma Jackie Earle Haley como o novo Freddy Krueger

O site Bloody-Disgusting está dizendo que Jackie Earle Haley, o Rorschach de Watchmen, vai mesmo ser o Freddy Krueger da refilmagem de A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street), como se especula desde fevereiro. As negociações com a Platinum Dunes e a New Line Cinema, diz o site, estão em estágio final e o anúncio oficial deve sair na semana que vem.

Além de Haley, outro nome foi confirmado: Kyle Gallner viverá Quentin, o personagem-vítima que no original se tornou conhecido por ser o primeiro papel da carreira de Johnny Depp.

O roteiro é de Wesley Strick (Aracnofobia). O clipeiro Samuel Bayer será o diretor. As câmeras começam a funcionar em 27 de abril, nos subúrbios de Chicago. A Warner Bros. marcou a data de estreia para 16 de abril de 2010.