Orkut sucesso só no Brasil e na Índia !

Segundo uma declaração recente da Marissa Mayer, vice-presidente de Pesquisa de Produtos e Desempenho dos Usuários no Google (ou resumindo, a nossa geek preferida), isso acontece simplesmente por causa do fuso-horário. Tudo porque os brasileiros e indianos acessam a internet massivamente em um horário diferente aos dos países mais desenvolvidos, o que fez com que o Orkut oferecesse uma experiência mais satisfatória aos usuários daqui que de países onde o tráfego é concentrado em outros períodos. Resumindo: a gente acessa o Orkut na “madrugada” deles.

Eu discordo. Já falei e volto a repetir: o Orkut faz sucesso no Brasil porque é simples! Compare com o Facebook e em cinco minutos você irá concordar comigo. Apesar de o Facebook ter muito mais funcionalidades (muitas delas depois copiadas pelo Orkut), o layout não é tão intuitivo e fácil de usar como nossa rede social preferida aqui no país.

Tá certo que o Orkut não é lá o site mais bonito do mundo, mas é funcional e permite que a maioria das pessoas, com os mais diversos graus de familiaridade com a web, aprenda a usá-lo rapidamente. Se você entra no Facebook pela primeira vez, provavelmente ficará perdido entre tantas opções e sem saber exatamente aonde ir.

Pesa também o fato de o Orkut ter sido traduzido para o português muito antes do Facebook e vale lembrar que muitos usuários deste fizeram uma campanha para que não fosse traduzido, justamente para que ele não se popularizasse no Brasil, como o Orkut.

Mas também há outro fator que acho determinante: o Facebook é muito mais frio. Basta entrar no Orkut para ver as carinhas dos nossos amigos ao lado, os aniversariantes embaixo, etc. É realmente como estar numa “rede social” com pessoas de verdade. No Facebook não “vemos” as pessoas tão fácil e, por mais que possamos seguir via streaming quase tudo o que nossos contatos fazem, é praticamente impossível obter detalhes da vida de quem não nos autoriza a ser amigos. Ou seja, não permite um dos nossos passatempos preferidos: bisbilhotar a vida alheia.

Uso do Bing continua crescendo

Uso do Bing continua crescendo

De acordo com a comScore, a participação do Bing no mercado de buscas continuou crescendo mesmo depois de duas semanas após seu lançamento.

A comScore informou que a participação do Bing nos EUA subiu para 12,1% entre os dias 8 e 12 de junho. O buscador da Microsoft ficou com 11,3% entre os dias 1 e 5 de junho e 9,1% na semana do seu lançamento.

O Bing foi lançado oficialmente no dia 3 de junho, mas entrou no ar poucos dias antes.

Confira Johnny Depp em arte conceitual de Alice no País das Maravilhas

imagens do novo filme aparece Johnny Depp com olhos verdes e cabelos laranjas, incorporando o Chapeleiro Maluco. Também foram divulgadas imagens de Anne Hathaway como a Rainha Branca, Mia Wasikowska como Alice e Helena Bonham Carter como a Rainha de Copas.

“Terminamos de filmar em dezembro, após quarenta dias de trabalho”, afirmou o produtor Richard Zanuck. Completam o elenco Michael Sheen (Frost Nixon) no papel do Coelho Branco, Matt Lucas como os gêmeos Tweedledee e Tweedledum e Crispin Glover (A Lenda de Beowulf) como o Valete de Copas.

Alice in Wonderland vai estrear em formato 3-D em 5 de março de 2010.





Namoro no trabalho, pode?


Você está na sua mesa do escritório, trabalhando concentrada como faz todos os dias. De repente, o chefe aparece, apresentando um funcionário novo. Mais do que dividir as tarefas do escritório, o tal moço faz você tremer as pernas.

E logo um clima de romance surge no ar, que evolui para um namoro sério. Mas e aí, será que pode namorar o colega de trabalho?
Para o vice-presidente de Relações Trabalhistas e Sindicais da ABRH-Nacional, Carlos Pessoa, não só pode como deve. “O ambiente de trabalho é um local para se conhecer pessoas, é onde se passa a maior parte do dia. É mais fácil, então, se envolver com alguém no trabalho do que em outro circuito. As empresas precisam compreender que os solteiros, hoje, têm dificuldades em encontrar relacionamentos duradouros e a maior chance disso se concretizar é justamente no trabalho, onde passam a maior parte do dia”, avalia.

O problema é que muitas empresas proíbem, de maneira formal ou informal, o namoro entre os empregados. Algumas chegam até a demitir. Mas o fato é que não existe amparo legal para a prática, que se caracterizaria por uma ingerência das empresas na vida dos funcionários.

“Algumas empresas proíbem o namoro e até mesmo a permanência de parentes ou cônjuges no trabalho, mas isso é ilegal. O que as empresas podem fazer é proibir condutas inadequadas no ambiente de trabalho, tanto entre namorados como entre colegas”, explica Carlos.

Ainda segundo ele, a relação afetiva não afeta a produtividade de maneira negativa, podendo até refletir exatamente no inverso. “Uma pesquisa americana revelou que duas pessoas livres e desimpedidas, de uma mesma empresa, quando começam um namoro, ficam mais produtivas e estimuladas para o trabalho. Isso porque eles querem mostrar que o namoro não interfere e também porque querem se exibir para o amado com bons resultados”.

As que insistem na proibição, se preocupam com futuras implicações referentes a assédio moral ou sexual. “Mas não é assédio quando há reciprocidade. Assédio é quando há subordinação hierárquica e mais, quando o assediado não quer o envolvimento. Do contrário, é relação como outra qualquer”, explica.

Carlos qualifica dois tipos de romance no trabalho que podem ter um efeito desagregador. O primeiro é quando há relação de subordinação. “Neste caso, o chefe precisa se esforçar para mostrar que segue imparcial, a despeito da relação”, fala. O outro caso é mais complexo e se trata daquele onde empregado mantém relação com chefe exclusivamente por interesse de carreira.


“Nos dois tipos, acredito que a intervenção direta da empresa apenas joga a relação para a clandestinidade, o que a torna ainda mais perigosa. A melhor opção é não proibir e promover debates e workshops para tratar do tema, evidenciando aspectos positivos e negativos. A conversa, o debate e a transparência são sempre a melhor política”, finaliza.

Escolhido o diretor do remake de Conan

Quem vai substituir Arnold Schwarzenegger ainda não se sabe, mas pelo menos o diretor do remake de Conan, o Bárbaro já foi decidido: será Marcus Nispel, o mesmo que já dirigiu a segunda versão de Massacre da Serra Elétrica.

A confirmação de Nispel coloca fim a uma longa pendência. Há alguns anos, os nomes mais cotados foram dos irmãos Andy e Larry Wachowski (de Matrix) e de Robert Rodriguez (de Sin City), mas no final foi Brett Ratner (de A Hora do Rush 3). No entanto, ele alegou problemas de agenda e acabou deixando o projeto.

O remake, que vai se chamar apenas Conan, deve começar a ser filmado no segundo semestre deste ano. Nenhum nome do elenco foi anunciado até agora. O primeiro filme, estrelado por Schwarzenegger, é de 1982.

Humor



Pego pelo tubarao

Filha do Luciano Huck com a Angelica

McDonald's em todos os lugares

lotação só 1 real

Maiores de 60 anos poderão assistir a "Cantoras do Rádio" por R$ 3


O público da terceira idade, com idade igual ou superior a 60 anos, vai pagar apenas R$ 3 para assistir ao documentário "Cantoras do Rádio", que estreia nesta quinta (11). A promoção vale nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, em todos os dias e horários, segundo a assessoria de imprensa do filme. Basta apresentar a carteira de identidade nas bilheterias dos cinemas onde filme será exibido.

"Cantoras do Rádio" também entra em cartaz em Brasília, mas não há previsão do desconto nessa cidade.

Quem trafega no Anel Rodoviário, na junção com a BR-040 (km 533), em Belo Horizonte, depara-se com uma garrafa inflável, de 8 m, com um carro real dentro dela. Trata-se de uma campanha do Ministério da Justiça, em conjunto com o Ministério da Saúde e a Polícia Rodoviária Federal, para lembrar o 1º ano da vigência da 'lei seca'. Outro artefato foi colocado na praça do Papa. A campanha também está sendo feita nas cidades de Brasília (DF), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP)

Lula, O Filho do Brasil tem data de estreia definida

Lula, O Filho do Brasil, cuja estreia estava prevista para setembro deste ano, teve sua estreia definida pela Downtown e a Europa Filmes, distribuidoras do longa-metragem. O filme chegará às salas brasileiras em 1º de janeiro de 2010.

Dirigido por Fábio Barreto (Nossa Senhora do Caravaggio), o filme mostrará da infância de Luiz Inácio Lula da Silva (interpretado pelo estreante Rui Ricardo Dias) até a morte de sua mãe, Eurícide Ferreira de Mello (conhecida como Dona Lindu), enquanto ele estava preso após ser acusado de liderar greves ilegais no ABC, São Paulo.

Ainda fazem parte do elenco Milhem Cortaz (Encarnação do Demônio), que interpretará o pai de Lula. Cléo Pires (Meu Nome Não é Johnny) viverá Maria de Lurdes, primeira esposa do presidente.

A cinebiografia é roteirizada por Denise Paraná, antiga assessora de Lula e escritora da biografia Lula, Filho do Brasil. O longa tem orçamento estimado em R$ 12 milhões.