Em cartaz Garota Infernal


Um filme de terror sexy, com um estranho senso de humor, Garota Infernalconta a história da estudante Jennifer (Megan Fox), que mora em uma pequena cidade e é possuída por um demônio faminto.

Ela passa de "a garota diabólica da escola" (aquela que sabe que é a mais bonita), metida e arrogante, ao mal em pessoa. A garota de beleza estonteante se torna uma criatura pálida e doentia, louca por um pedaço de carne; os rapazes que nunca tiveram chance com a moça desalmada ficam fascinados com o apetite insaciável de Jennifer.

Enquanto isso, sua melhor amiga, Needy (Amanda Seyfried), que sempre viveu à sombra de Jennifer, precisa proteger os jovens da cidade, inclusive Chip, seu namorado nerd (Johnny Simmons).


Diretor confirma terceiro 'Os Caça-Fantasmas'


O diretor da saga Os Caça-Fantasmas, Ivan Reitman, confirmou neste sábado (10) no Festival de Cinema Fantástico de Sitges (na Cataluña, na Espanha) que rodará um terceiro filme, com vários atores da equipe original, inclusive a atriz Sigourney Weaver.
"Fui o produtor e o diretor dos dois primeiros filmes da série e seria bastante raro que não fosse do terceiro. Muitos de nós repetiremos e Sigourney Weaver também", disse o diretor dos dois filmes emblemáticos dos anos 80.

Reitman, que está prestes a completar 63 anos, é um dos maiores diretores de comédia. Ele disse que já tem o roteiro do filme, mas não quis revelar mais nada. "Já tenho um rascunho. Falei com todos os atores e o roteirista".

"O sucesso de Os Caça-Fantasmas não está somente nos efeitos especiais, mas nos personagens e na história. Eles eram como bombeiros que saem para caçar fantasmas e a ideia era inovadora na época, assim como associar humor e ficção", afirmou o diretor.

Estúdios de Hollywood cortam cabeças para se adaptar às mudanças

Dois dos maiores estúdios de Hollywood, Universal e Disney, deram o bilhete azul para alguns de seus mais altos executivos nas últimas semanas, em meio a uma difícil fase do setor, que tenta se adaptar à era digital e à dramática queda nas vendas de DVDs.
A Disney demitiu Dick Cook, chefe dos estúdios e figura muito apreciada no meio hollywoodiano, enquanto a Universal cortou as cabeças de seus presidentes Marc Shmuger e David Linde. Há alguns meses, MGM e Paramount já haviam feito movimentos semelhantes em sua diretoria.

"Estas mudanças mostram as fortes tensões que a indústria do entretenimento atravessa, sobretudo o cinema", em um momento no qual "a transição entre meios tradicionais e novos" exige que seja um encontrado um novo modelo econômico, ressalta Jason E. Squire, professor de indústria do cinema da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.

Com os jovens consumidores cada vez mais adaptados à vida com celulares, internet e videogames, "o DVD deixou de ser o salva-vidas que durante muito tempo foi e os estúdios precisam adaptar sua estratégia", observa por sua vez Brandon Gray, dono do site Boxofficemojo.com, que analisa o desempenho da bilheteria dos estúdios.

De acordo com a Digital Entertainment Group, as vendas de DVDs caíram 9% em 2008 e 13,5% nos primeiros seis meses de 2009, o que representa uma verdadeira enxaqueca financeira para os estúdios, que não conseguem se sustentar apenas com a arrecadação das salas de cinema.

A Disney, que decidiu substituir Dick Cook por Rich Ross, ex-chefe da Disney Channel, parece ter feito a escolha estratégica de "se concentrar no que sabe fazer melhor: filmes para a família", mantendo-se como "um ator importante do 3D", aponta Gitesh Pandya, do site boxofficeguru.com, analista da indústria do cinema.

"A Disney queria alguém que pudesse trabalhar com todo o grupo, para que os ramos de produtos derivados, televisão e internet sejam igualmente lucrativos, e não apenas o estúdio", explica Mark Gill, chefe da produtora The Film Department e ex-diretor da Miramax.

Rich Ross, que desenvolveu na plataforma da Disney Channel franquias lucrativas como "Hannah Montana" e "High School Musical", tem exatamente o perfil que o estúdio buscava.

Na Universal, o problema é principalmente de ajustes financeiros. O fracasso de filmes caros, como es sobre todo de ajustes financieros. El fracaso de películas que costaron muy caras, como "Funny People", "A terra perdida" ("Land of the Lost"), "Brüno" e "Inimigos públicos" ("Public enemies"), fizeram encolher o tamanho do mercado ocupado pelo estúdio este ano para 8,5%, muito abaixo dos outros grandes ''grandes'', como Warner, Paramount, Columbia, Fox e Disney.

Para Mark Gill, que acaba de produzir "Law abiding citizen", com Gerard Butler e Jamie Foxx, a desconstrução da Universal ilustra o problema fundamental dos grandes estúdios: custos "muito mais elevados em relação ao mercado".

As grandes casas do cinema "precisariam reduzir seus custos em mais de 50%", estimou.

O Clube Recomenda

A introdução não oferece muitos detalhes, mas um desastre está para atingir a Terra e a única forma de proteger os seres humanos é confinando-os em uma verdadeira metrópole criada no subterrâneo। Duzentos anos depois, os descendentes deles poderiam sair e voltar para o lado de fora. Para que pudessem saber essa hora exata, foram colocadas instruções detalhadas dentro de uma caixa, que conta com um contador que vai de duzentos até zero.





Lula projeta Brasil como 'potência olímpica' em dez anos

"Daqui a dez anos, quero que o Brasil seja uma potência olímpica. Nós temos condições para isso", afirmou Lula. "Fomos muito profissionais para preparar a nossa vitória. Vamos ser muito mais profissionais para preparar o Brasil para a Olimpíada", prometeu. Para atingir esse patamar, o plano revelado pelo presidente é de reunir as federações esportivas e cobrar "metas".


"Nós vamos ter de fazer uma reunião com os presidentes de federações de todos os esportes e exigir que eles apresentem um programa de metas. Onde queremos chegar no boxe, no basquete, nos Jogos Olímpicos?", questionou Lula. Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), reiterou o projeto. "Vamos estabelecer um roteiro de trabalho. Mas eu tinha de ter um trunfo. Agora eu tenho", disse, referindo-se à escolha do Rio.

Como modelo para as federações, Nuzman deixou a entender que vai apresentar o trabalho que ele mesmo fez à frente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), a qual assumiu no final dos anos 70. "Éramos a 13.ª nação no vôlei nos anos 70 e, em sete anos, fomos prata [nos Jogos de Los Angeles, em 1984]. Depois, conseguimos ser campeões [em Barcelona-1992]. Portanto, a receita nós temos. Não podemos obrigar ninguém a seguir ela, mas podemos tentar."



Nuzman também acredita que é preciso mudar a "cultura esportiva" no País. "No Brasil, perder é um crime. Temos de encarar as coisas de forma diferente. O próprio presidente Lula diz que perdeu três eleições e hoje é o presidente mais popular. No Brasil, se não ganhar não serve. Temos de mudar essa cultura", afirmou. "A pressão sobre os atletas é enorme. Eles não devem viver sobre a pressão de ser campeões."

Para "mudar a cultura", porém, Nuzman terá de começar pelo próprio presidente da República. Na mesma entrevista concedida na manhã deste sábado, Lula afirmou, em tom de brincadeira: "Nós vamos ganhar pela primeira vez o campeonato de futebol nas olimpíadas do Rio de Janeiro. Se essa molecada não ganhar, nós vamos dar um cascudo neles. Tem de ganhar agora!", brincou.