10 Curiosidades Científicas


    10 Curiosidades Científicas

Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xícara de café…

Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do que todas as Armas Nucleares juntas.

A probabilidade de você viver até os 116 anos é de um em 2 bilhões.

É fisicamente impossível lamber o próprio cotovelo.

Um raio atinge uma temperatura maior do que a da superfície do sol.

Os raios se movem com velocidade média de 246 km/s para descargas com polaridade positiva e 304 km/s para as descargas de polaridade negativa.

No núcleo do sol, a cada segundo, 600 milhões de toneladas de hidrogênio se convertem em hélio.

Um pedaço de uma estrela de nêutrons do tamanho de uma cabeça de alfinete pesaria um milhão de toneladas.

O eco que ouvimos em certas ocasiões é devido à repetição de um som pela reflexão da sua onda sonora.

O grafite do lápis e o diamante possuem a mesma forma química e se diferenciam unicamente pela estrutura cristalina

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Quando um não quer, dois não brigam



http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=12738


Quando um não quer, dois não brigam


:: Bel Cesar ::
"Quando um não quer, dois não brigam", diz o ditado popular. Mas, como conviver com uma pessoa que quer sempre brigar?
Existem pessoas viciadas na raiva: elas só conseguem se organizar após uma explosão emocional.

Em nossa sociedade competitiva, os raivosos são vistos como pessoas fortes e os deprimidos com pessoas fracas. Na década de 1970, a raiva era considerada um sinal de saúde mental. O movimento feminista incentivava a mulheres a "entrar em contato" com sua raiva como forma de liberação. A técnica de socar a almofada ainda é vista por muitos como uma forma saudável de extravasar os sentimentos negativos. No entanto, descarregar a raiva traz apenas um alívio momentâneo, pois, a repetição da raiva reforça seus impulsos agressivos. Ou seja, expressando a raiva, aprendemos cada vez melhor a ser mais raivosos!

Aquele que mais quer agredir, é quem menos elaborou a sua dor. Torna-se fraco na medida em que precisa cada vez mais do outro para se distanciar da própria sombra.

Já aquele que não quer brigar está decidido a cuidar da própria dor. Escolhe elaborá-la. Isso não quer dizer tornar-se passivo diante da agressão, mas sim assertivo. A clareza do que é injusto, inadequado e abusivo o guiará em seus comportamentos. Será necessário que ele se posicione frente ao agressor, para colocar limites e proteger-se.

No entanto, aquele que cresceu em ambientes agressivos, servindo de base para as projeções alheias baseadas na raiva e na frustração, sente-se facilmente uma vítima culpabilizada. Afinal, foram tantos os condicionamentos de que "se ele" se comportasse como havia lhe sido dito, "tudo se acalmaria". Quem convive sob a ditadura de uma pessoa violenta e mal-humorada sabe o que estou dizendo!

Todos sofrem sob a dinâmica da raiva. Aquele que vive mal humorado pode ser até corretamente interpretado como um pessoa egoísta, narcisista ou imatura, mas de pouco serve reclamar de suas inabilidades, se o seu sofrimento não for também reconhecido em suas necessidades. Todos precisam de ajuda. O desafio é saber buscá-la nos lugares e com as pessoas certas...

Muitas vezes, aquele que agride não está desejando que o outro sofra, mas, sim, que ele assuma para si a responsabilidade da sua raiva. O mal humor e a raiva o deixam cegos. Por isso é perverso: visa apenas destruir. Enquanto uma pessoa estiver reativa não há como ajudá-la. Será preciso aguardar até que surja uma pequena brecha de receptividade. Aliás, quando se perde o contato com o mundo interior, nada do mundo externo capaz de nos transformar verdadeiramente. Sem receptividade não há empatia: quem sente raiva vê o outro apenas como um objeto no qual pode descarregar (pelo menos momentaneamente) seu desconforto.

Mau humor constante, explosões de raiva e a falta de controle de impulso são sintomas de vários distúrbios mentais. Entre eles, há o Transtorno Explosivo Intermitente: devido a um desequilíbrio na quantidade de serotonina e testosterona no cérebro, a pessoa explode de modo profundamente exagerado em relação à causa. Em outro artigo, podemos explorar melhor a biologia da raiva. Por ora, o importante é ressaltar que diante de tal distúrbio todos sofrem e cada um sabe como!

Mas, como fortalecer-se para não se tornar uma presa fácil da raiva alheia?

Na medida em que conhecemos os mecanismos de ataque do agressor, podemos criar mecanismos de proteção. Mantenha em mente que o objetivo de quem agride é desestabilizá-lo! Portanto, não entregue a ele o papel de ser alguém capaz de julgá-lo corretamente pois ele irá acuá-lo ressaltando apenas seus defeitos até que você perca de vista seu potencial de força.

Se numa conversa o foco não estiver voltado para a solução de problemas, mas, sim, para seus pontos fracos, lembre-se de que se trata, então, de uma disputa de forças. O que era uma conversa, tornou-se agora uma discussão. Então, lembre-se: o ataque pessoal é a última estratégia de quem está perdendo numa discussão. Aquele que se tornou grosseiro é porque não tem mais argumentos lógicos. Mesmo que não demonstre, ele está com medo e indefeso, por isso irá atacar antes de ser atacado.

O melhor é cair fora, pois sem receptividade as transformações positivas não podem ocorrer. Nestes momentos, é melhor pensar e (se possível) dizer: "Esta discussão não tem senso, portanto, desta forma não temos o que falar. A situação já está ruim, assim só vai piorar. Quando conseguirmos focar em como irmos para uma situação melhor, volto a conversar".

Devemos ouvir e registrar o que outro nos fala raivosamente, mas iremos precisar recuperar a calma para refletir corretamente. Neste sentido, é melhor evitarmos colocar um peso extra sobre nós mesmos. Se já nos sentimos fracos ou simplesmente cansados demais para refletir, precisamos nos respeitar.

Conhecer nossos limites e recursos é uma tarefa para a vida toda. Se permanecermos tempo demasiado em nosso circuito interno de emoções negativas, iremos nos intoxicar. Trancar-se em si mesmo por meio de uma postura autocondenadora só irá aumentar a sensação de solidão, suspeita e insegurança. Certa vez, Lama Michel Rinpoche disse: "Quando estamos sob pressão temos que começar por tirar a expectativa alheia sobre nós e cultivar um relacionamento honesto com nossa própria expectativa".

Procure espairecer. Nossa mente precisa de espaço para se reorganizar. Se não souber como fazê-lo, busque ajuda daqueles que já superaram situações semelhantes. Assim como nos fala Lama Gangchen Rinpoche: "Trabalhe para manter o seu sorriso interior. Quando os outros o inundarem com informações negativas, não beba da sua energia: ela danifica o corpo tanto quanto uma substância intoxicante!"



O Homem de Aço


O filme estreia em 14 de junho de 2013 nos EUA e 12 de julho no Brasil.
Veja o pôster brasileiro de O Homem de Aço: