Uma breve história Conectores USB 2. 0 e 3.0

Conectores USB
USB 1.1
O padrão 1.1 foi lançado em 1998 para corrigir problemas encontrados no padrão 1.0. Ao ser lançado o padrão USB 1.1 trouxe uma série de vantagens, pois graças a uma interface única, a tarefa de conectar diversos tipos de aparelho ao computador tornou-se mais fácil, e aumentou a diversificação de tipos de periféricos, porém tinha como um grande ponto fraco a baixa velocidade na transição de dados (1,5 a 12 Mbps), elevado em consideração as portas seriais, mas muito deficiente em relação a outros tipos de barramentos como o SCSI (80 a 160 Mbps) e o FireWire, principal concorrente cujo maior desenvolvedor era a Apple Inc.. Até então, a baixa transição não era um agravante para as aplicações da época, mas à medida que o uso crescia aumentava a necessidade de taxas maiores na transferência de dados entre um dispositivo e o computador, prejudicando o uso de equipamentos como HDs removíveis, gravadores de DVDs externos, e scanner de alta resolução tornando-se nesse necessário o upgrade do padrão.
USB 2.0
O padrão USB 2.0 foi lançado em abril de 2000 com a velocidade de 480 Mbps, o equivalente a cerca de 60 MB por segundo. O conector continuou sendo o mesmo da versão anterior, totalmente compatível com dispositivos que funcionam com o USB 1.1, mas nesse caso com a mesma velocidade de transferência reduzida do padrão 1.1. Isso ocorre porque o barramento USB 2.0 tentará se comunicar à velocidade de 480 Mbps. Se não conseguir, tentará a velocidades mais baixas até obter êxito.
Uma outra novidade importante é que, a partir dessa versão, os fabricantes poderiam adotar o padrão em seus produtos sem a obrigatoriedade de pagar uma licença de uso da tecnologia. Esse foi um fator importante para a ampliação de novos periféricos que usam a tecnologia e o barateamento desses periféricos.

O lançamento do USB 2.0 também trouxe outra vantagem: o padrão FireWire foi padronizado principalmente para trabalhar com aplicações que envolvem vídeo e áudio, mas como a velocidade do USB 2.0 supera a velocidade das primeiras implementações do FireWire, ele também se tornou uma opção viável para aplicações multimídia, o que aumentou seu leque de utilidades.

USB 3.0
O USB 3.0 chegou ao mercado em 2010, com a mesma praticidade do USB 2.0, sua designação comercial é USB SuperSpeed.
Caracteriza-se principalmente por um aumento da velocidade de transferência que chega a 5 Gigabits por segundo, o equivalente a mais ou menos 614.4 MiB/segundo. Devido a mais conexões dentro do próprio USB 3.0, que antes no modelo 2.0, eram 4, no 3.0 chegam a 9, permitindo ser full-duplex, transferindo dados bidirecionalmente, podendo receber e enviar dados ao mesmo tempo.
Encontram-se disponíveis as especificações da versão 3.0. Exemplo do Primeiro HD com USB 3.0.


PCI_Express.2_x1, para adaptadoras USB_3.0, acima
Placas Mãe com conexões USB 2.0 podem usar os benefícios do USB 3.0 com a conexão de placas adaptadoras PCI Express USB 3.0; em especial no caso Placas Mãe que com conexões(portas) PCI-Express x1 geração 2 ou seja PCIe2 x1. Existem também placas adaptadoras para Notebook com saidas USB 3.0.
Especulações USB 3.5 e 4.0
Devido ao lançamento do Thunderbolt, já utilizado em aparelhos MacBook Pro da Apple, como uma substituição do USB padrão, que chegam a taxas de transferências de 20 Gigabits por segundo, há especulações da entrada do USB 3.5 ao mercado ainda em 2014, que seria um "tapa buraco" entre a versão 3.0 e 4.0 (ainda não lançado), suas taxas de transferências chegariam a 10 Gigabits por segundo.
USB x Thunderbolt
Thunderbolt (também conhecida como Light Peak) veio ao mercado com o intuito de substituir o antigo e recentemente atualizado USB, desenvolvido pela Intel com colaboração da Apple, possuí altas taxas de transferências, até 20 Gigabits por segundo, combinando transferência de dados, áudio, vídeo (em alta definição) e energia em um único cabo. A tecnologia ainda é nova, mas pretende ao longo do tempo, substituir o USB, grandes fabricantes já anunciaram incluir a tecnologia em seus produtos. Mas ainda há um grande caminho, devido ao fato que praticamente os aparelhos USB ainda dominam o mercado.




Falsa testemunha do acidente com Eduardo Campos engana repórter e dá entrevista à Globo




http://goo.gl/saNSsx

O dentista Fernando Cavalcanti, que acompanhou o trabalho de coleta dos restos mortais do candidato à Presidência pelo PSB, Eduardo Campos, disse nesta sexta-feira (15) que os corpos das vítimas da queda do jato em Santos foram "pulverizados" e que a polícia técnica terá que montar um "quebra-cabeças" para realizar a identificação.

http://goo.gl/saNSsx  





Falsa testemunha do acidente com Eduardo Campos... por CanalBrazuca

Jesus é uma mentira ( veja porque )

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Segredos da Bíblia - Os Rivais de Jesus (NatGeo) por augusto8424 _________________________________________________________________________________- O Jesus Cristo como é relatado na bíblia na verdade nunca existiu, nunca existiu um milagreiro, um ser muito iluminado, enviado por deus para salvar a humanidade, morrendo por nós... a figura central da religião cristã é na verdade uma concha de retalhos, criado a partir do conjunto de mitos e lendas da época de Constantino.

O personagem Jesus foi criado para doutrinar as pessoas usando de uma filosofia conformista, introduzindo a idéia que a 'recompensa' está no outro mundo, depois da morte, então para que se rebelar? Para que lutar por justiça? Dignidade? Melhores condições de vida? Se o 'reino dos céus' não é desse mundo, e só pode ser alcançado depois da morte, então por que ir contra os tiranos, e déspotas?

 A idéia é simples, e brilhante... criar uma figura exemplar para todos seguirem, e assim se tornarem dóceis, e passivos, para então os governantes poderem fazer o que quiserem. Sentenças tais como: 'Jesus morreu na cruz, e por causa disso ele foi consagrado', 'Jesus cumpriu o mandamento Divino, se sacrificou, derramou seu sangue, e por isso está sentado ao lado direito de Deus, faça o mesmo você, se sacrifique, se deixe crucificar, e ai vai se juntar ao filho de deus no paraíso'.

 Essas são as diretrizes centrais que é o objetivo final de toda a ficção colocada na bíblia, e imposta a massa da população como a 'verdade estabelecida', a 'palavra de deus'.

 O Imperador Constantino queria acabar com a instabilidade dentro do império romano, e aconselhado por filósofos, historiadores, e políticos, resolveu que criaria uma religião única, e todas as outras seriam proibidas. A religião cristã é uma construção de Constantino, a figura Jesus foi profundamente modificada, agregando talentos e feitos míticos de outras figuras mais populares.

O Jesus verdadeiro, se existiu, era apenas um homem comum, sem poderes, não era nada demais, talvez apenas um médium, como tantos outros da época, não se destacava...

 O cristianismo gnóstico floreou muito as estórias sobre ele, e Constantino se apropriou e a modificou ainda mais, e completamente, a ponto dele (Jesus), não ter mais nada a ver com a figura original. Jesus Cristo é fundamentalmente apenas uma ficção criada pela elite para alienar as pessoas comuns, torná-los passivos e dóceis, para aceitarem o sua miséria e decadência. A mensagem é clara, e não deixa duvidas: - 'veja Jesus, ele aceitou que deveria se entregar e morrer, era a vontade de deus... sigam o EXEMPLO!' -

Fonte http://seteantigoshepta.blogspot.com.br/2014/07/pagina-indice-jesus-uma-fraude-serie.html
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Segundo pesquisador, invenção de Jesus teria sido uma estratégia política para pacificar as investidas violentas dos judeus 

Teólogo diz que Jesus foi uma ficção criada por aristocratas romanos

 



 



 Joseph Atwill, um teólogo americano especializado na Bíblia, deve chocar os participantes de um simpósio em Londres chamado Covert Messiah, dedicado a compreender com mais detalhes como teria sido a vida de Cristo. Lá, Atwill deve apresentar a teoria de que o Novo Testamento - consequentemente, a história de Jesus Cristo - foi um mito criado pelos romanos no séc. I.
De acordo com Atwill, ele reuniu evidências conclusivas de que essa parte da Bíblia foi escrita por aristocrata romanos e que, embora isso certamente vá deixar cristãos insatisfeitos, trata-se de questão de tempo até que sua teoria seja aceita. "Eu apresento meu trabalho com alguma ambivalência, porque não quero atingir diretamente nenhum Cristão. Mas isso é importante pra nossa cultura. Cidadãos alertas precisam saber a verdade sobre nosso passado para que possamos entender como e porque governos criam falsas histórias e falsos deuses. Isso é feito, frequentemente, para obter uma ordem social que vai contra os interesses do povo comum", disse ele no release oficial que enviou à imprensa.
Mas... como?
 
Segundo Atwill, a criação da história de Jesus teria sido uma estratégia política dos romanos para pacificar as investidas violentas dos judeus que viviam na Palestina naquela época. Os romanos esgotaram suas tentativas de conter a rebelião usando armas e teriam criado o mito de um líder judeu pacifista para inspirar o hábito de "dar a outra face" e encorajar os judeus a ceder a Cesar e pagar impostos a Roma.
Jesus não teria nem sequer sido baseado em uma figura histórica específica. Ao contrário, seria uma construção - uma colcha de retalhos - feita a partir de outras histórias. "Eu comecei a notar uma sequência de paralelos entre os dois textos [o Novo Testamento e o manuscrito "A Guerra Judaica", escrito por Flávio Josefo no séc. I]", declara Atwill sobre sua descoberta mais intrigante, "e embora estudiosos cristãos tenham reconhecido por séculos que as profecias de Jesus parecem estar cheias das coisas que Josefo escreveu em seu manuscrito, eu enxerguei outras dúzias", disse.

Atwill não acha que sua descoberta é o início do fim do Cristianismo, mas pode ajudar aqueles que tenham sido oprimidos pela religião de alguma forma. "Até hoje, por exemplo, [o Cristianismo] é usado nos EUA para criar apoio à guerra no Oriente Médio", exemplificou.

fonte
http://revistagalileu.globo.com/




 

Guia simples para ajudar você a comprar panelas



De abril de 2014 a agosto de 2014 pesquisei e comprei varias panelas todas da marca Tramontina, como explico no vídeo eu virei fã das panelas Tramontina ao ver que meu irmão comprou um conjunto de panelas no ano de 1999, em aço inox do modelo Solar, e em 2014 ao montar minha cozinha verifiquei que as panelas do meu irmão ainda estão em um ótimo estado .

Fiz essa pesquisa e ajudo com dicas bem legais vale apena conferir até o final. E a diferença do modelo Allegra para o Solar são bem pequenas, o que deu para notar no modelo Solar que as panelas tem um espessura lateral  um pouco maior que da Allegra e as tampas do modelo Allegra são mais leves mas, o fundo dos dois modelos são idênticos .








 Qual a panela mais saudável para cozinhar


Alumínio

Ela está presente na maioria dos lares brasileiros e pode ser usada no preparo de vários tipos de alimentos. No entanto, Patrícia Davidson reprova sua utilização: “Quanto mais nova a panela, mais ela libera o metal. É por essa razão que, antes do uso, é necessário fervê-la com água, três vezes seguidas”. Outro problema está relacionado ao ato de arear, um dos principais responsáveis pela migração do alumínio para os alimentos. “Aquelas manchas escuras que ninguém gosta de deixar na panela atuam como uma proteção”, alerta Camillo Leijoto, ressaltando que as panelas velhas facilitam a liberação do metal.

Cerâmica

Não é muito comum. Suporta bem a lavagem após o uso e é de fácil manuseio. Mas, se for usá-la, sempre a observe bem por dentro: a pintura pode conter chumbo e cádmio, elementos altamente tóxicos.


Pedra sabão

Deixa a comida muito saborosa, pois conserva o calor. Como são pesadas, deve-se tomar cuidado com o manuseio. A cada uso é preciso prepará-la antes: besunte-a por dentro e por fora com azeite de oliva, encha-a com água e coloque no forno a 180ºC durante duas horas.


Inox

Indicada por especialistas como um utensílio seguro, é uma boa escolha para o dia a dia. É composta pelos metais ferro, cromo e níquel. Esses dois últimos são tóxicos, mas a liberação da panela de inox é pequena e não traz prejuízos à saúde. “Mesmo assim, se a panela for nova, é bom fervê-la com água de 3 a 4 vezes antes de usar para que a migração dos metais seja diminuída no cozimento dos alimentos”, afirma Patrícia.


Vidro: a mais indicada

Por não conter nenhum tipo de metal em sua composição, ela foi escolhida o melhor tipo de panela, segundo os especialistas  ouvidos nesta matéria. Outra vantagem é que, como os alimentos não grudam no vidro, a lavagem e a desinfecção ficam mais fáceis. A panela ainda é a única que pode ser utilizada no fogão e depois ser armazenada na geladeira sem nenhum dano aos alimentos. Mas, para se cozinhar, o fogo deve estar sempre baixo, porque ela esquenta muito rápido. Infelizmente é um dos tipos mais caros do mercado e, por ser bastante pesada, pede cuidado no manuseio para evitar acidentes.


Antiaderente

Nada mais é do que uma panela de alumínio revestida com um polímero chamado politetrafluoretileno (PTFE), mais conhecido pelos nomes comerciais como teflon® e T-FAL®. A principal vantagem é que ela dispensa o uso de óleos ou outras gorduras, tornando a refeição mais saudável. É uma ótima panela, desde que seu revestimento esteja intacto — sem o alumínio à mostra —, mas não deve ser colocada diretamente no fogo, sem nenhum alimento dentro, pois isso prejudica sua durabilidade. Outras recomendações importantes incluem a utilização de colheres de plástico e sua imediata substituição assim que aparecerem arranhões. “Esse tipo de revestimento suporta uma temperatura de até 250ºC, o valor do cozimento normal dos alimentos, mas a panela deve ser deixada de lado quando falamos de fritura, onde a temperatura é muita elevada e pode haver a formação de substâncias cancerígenas, como as aminas heterocíclicas”, ressalta a nutricionista Patrícia Davidson.


Panela de pressão

Utilizada para o cozimento rápido de alimentos, como legumes, carnes e feijão, é um tipo liberado pelos especialistas. Em relação à conservação dos nutrientes, não diferencia em relação às panelas convencionais, só possui a vantagem de ser mais rápida. Hoje, no mercado, já existem opções de aço inoxidável, que são mais caras, porém com ótima durabilidade.


Ferro

São muito mais pesadas, não deformam com o calor e conservam melhor os alimentos durante o preparo, resultando em mais sabor e economia no gás. A panela pode liberar resíduos de ferro nos ingredientes cozidos, o que a torna interessante para os vegetarianos, que podem se prevenir da anemia provocada pela deficiência do mineral, comum nas pessoas que não comem carne. Mas esse tipo pede cuidados extras na higienização: após a lavagem, é importante enxugá-la bem e guardá-la untada com óleo para evitar que enferruje.


Esmaltada

Atrai pela estética, é leve e durante o cozimento não libera nenhum material perigoso ou tóxico. Mas, se começar a soltar alguma parte do esmalte, que é vitrificado sobre o aço, há o perigo de contaminação. Por isso, é importante sempre ficar atento ao seu tempo de uso.


Barro

Não é nada comum nos lares brasileiros, mas, pelo seu papel na história das panelas, não pode ser esquecida. Foi a primeira a ser utilizada pela facilidade de se conseguir o barro. No Estado do Espírito Santo, já foram encontradas algumas com mais de 400 anos. Para o uso, também deve ser preparada antes, com duas colheres de azeite de oliva por dentro, deixando-a no fogo até que o óleo queime com fumaça preta. Após este cuidado, está liberada para o uso. O ideal é reservá-la para pratos especiais como uma boa moqueca de frutos do mar.

Cobre

Caras e raras de se ver, são muito utilizadas para preparo de doces em calda. Por ter a superfície interna revestida de politetrafluoretileno (PTFE), titânio ou aço inoxidável, não permite aderência ao fundo. Na hora de lavar, use detergente neutro com uma esponja macia.


O que significa PFOA ?



PFOA é o revestimento antiaderente


PFOA - Ácido perfluoro-octanoico



PFOA — Ácido perfluooctanóico
(nt.: em inglês Perfluorooctanoic acid, também chamado de C8)

 Panelas antiaderentes popularmente conhecidas como panelas de  Teflon® na verdade a panela é feita  geralmente em alumínio e revestida com o PFOA (Ácido perfluoro-octanoico )­­- Teflon®



A várias pesquisas e controvérsias  

O PFOA , em laboratório, desenvolveu problemas em animais submetidos a altas doses. Nos humanos, os efeitos de exposições menores são desconhecidos, mas em ratas elas deixaram resquícios no leite. 


Já que ainda não tem uma definição clara se o PFOA faz Mal ou não a saúde uma dica  é que evite este tipo de frigideiras, e panelas, ou pelo menos os substitua regularmente para evitar que a degradação desta película se misture com os alimentos confeccionados. 
Uma excelente opção que existe no mercado são as frigideiras com revestimento constituído por cerâmica branca livre de PFOA. O seu preço de venda é idêntico e permite cozinhar com baixo teor de gordura e de forma saudável. 

Veja abaixo o vídeo de um conjunto de panelas livre do PFOA 
Conjunto de Panelas Antiaderente 5 Peças Versalhes from Receitas Veganas on Vimeo.